17 mai
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Banho do bebê nos dias frios

Publicado em por Lilian

Olá mamães!

Aqui onde eu moro está bem friozinho e quem mais sofre é o meu bebê. Por isso, hoje vi essas dicas e achei legal postá-las aqui. São super simples e MUITO úteis, acho importantíssimo segui-las.

Confira algumas dicas para manter seu filho limpinho e protegido em dias de baixa temperatura

Durante os dias mais frios, o cuidado com a saúde das crianças tem de ser redobrado. Elas ficam mais susceptíveis a viroses e problemas causados pelas baixas temperaturas. Até momentos corriqueiros, como a hora do banho, exigem atenção. As crianças não podem ficar expostas ao vento nem ao frio. Por isso, nessa época, o patinho de borracha deve tirar férias. Nada que prolongue a permanência da criança na água é bem-vindo. Veja abaixo algumas dicas para ajudar você:

- Dê apenas um banho por dia, de preferência no fim da tarde. Assim seu filho ficará limpinho e relaxado antes de dormir;

- Se for lavar o cabelo do seu filho nesse horário, seque com o secador em temperatura mediana. Uma opção é lavar apenas a cabecinha dele em outro horário, pela manhã, por exemplo, e deixar o banho para depois;

- Não aumente a temperatura da água para compensar o frio; isso pode provocar queimaduras na pele do bebê. Para saber a temperatura ideal, coloque o cotovelo dentro da água. Se estiver agradável para você, estará para o seu filho. Você pode usar também termômetros específicos para banheira;

- Não leve brinquedos para o banheiro, isso distrai a criança e deixa o banho mais demorado. Nessa época do ano os banhos têm de ser rápidos;

- Evite o uso excessivo de sabonete. Passe apenas nas “dobrinhas” e órgãos genitais, para evitar o ressecamento da pele;

- Dê preferência a sabonetes neutros, em barra, e use hidratante à base de água para manter a pele do bebê hidratada;

- O banheiro é o melhor local para o banho, e mais higiênico. Por isso, não precisa levar tudo para o quarto. É só tomar cuidado para que as janelas estejam fechadas e não tenha corrente de vento;

- Se você tiver aquecedor elétrico, vale aquecer um pouquinho o ambiente antes de tirar as roupas do seu filho, para deixar o ambiente com uma temperatura mais agradável.

Fonte: Crescer / Hamilton Robledo, pediatra do Hospital São Camilo (SP) e Nádia Almeida, dermatologista do Hospital Pequeno Príncipe (PR)

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16 mai
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O que você precisa saber sobre vacinação contra a gripe

Publicado em por Lilian

Olá mamães! Tudo bem?

Hoje vi uma publicação do Ministério da Saúde que dizia: “Gestantes de primeira viagem são mamães que estão aprendendo que cuidar é proteger seus pimpolhos de todo mal visível e invisível ao olhos, como a gripe! Por isso, lembramos que a #vacinagripe não faz mal a mãe e ao bebê!”

Após ler isso, achei muito importante pesquisar sobre a vacina contra a gripe e postar aqui para que as gestantes e as mamães que tem filhos de 6 meses a menores de 2 anos não esqueçam e não tenham medo.

Ministério da Saúde lançou no dia 24 de abril, a Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe. Realizada, em conjunto, entre o Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de todo o país, o principal objetivo da campanha é reduzir a mortalidade, as complicações e as internações que ocorrem em consequência das infecções pelo vírus da influenza nesta população.

Fique por dentro, tire suas dúvidas sobre a vacinação contra a gripe.

A quem se destina a campanha de vacinação?
O público-alvo desta campanha contra influenza são pessoas idosas, GESTANTES, crianças entre seis meses e dois anos de idade, profissionais de saúde e indígenas. E, pela primeira vez, a população prisional.

Outras pessoas, não pertencentes ao público-alvo, poderão se vacinar?
A vacina influenza também é ofertada para pessoas com situações clínicas especiais, a saber:

HIV/aids;
Transplantados de órgãos sólidos e medula óssea;
Doadores de órgãos sólidos e medula óssea devidamente cadastrados nos programas de doação;
Imunodeficiências congênitas;
Imunodepressão devido a câncer ou imunossupressão terapêutica;
Comunicantes domiciliares de imunodeprimidos;
Profissionais de saúde;
Cardiopatias crônicas;
Pneumopatias crônicas;
Asplenia anatômica ou funcional e doenças relacionadas;
Diabetes mellitus;
Fibrose cística;
Trissomias;
Implante de cóclea;
Doenças neurológicas crônicas incapacitantes;
Usuários crônicos de ácido acetilsalicílico;
Nefropatia crônica/síndrome nefrótica;
Asma;
Hepatopatias crônicas.

A vacinação do grupo acima citado ocorre mediante a indicação e prescrição médica nos Centros de Referencias de Imunobiológicos Especiais (CRIE).

O que são grupos prioritários?
São grupos que estão mais vulneráveis a contrair a forma mais grave da gripe, que pode evoluir para pneumonia e até mesmo óbito

Por que a população prisional está entre os grupos prioritários?
A preocupação do Ministério em vacinar esta população contra a gripe é porque este é um grupo que tem alta prevalência, um risco mais elevado de ter uma doença respiratória. E ao proteger este grupo, nós estamos também protegendo um conjunto da sociedade.

Desta forma, a cadeia de transmissão da gripe é bloqueada para pessoas que visitam este grupo, para familiares de quem trabalha em penitenciária, para quem tem contato com trabalhador ou com visitante deste grupo.

Há alguma contraindicação?
A vacina não é recomendável para quem tem alergia à proteína do ovo – usada na sua fabricação – ou para quem teve reações adversas a doses anteriores ou a um dos componentes da vacina. Nestas situações recomendamos avaliação do medico assistente para mais orientações.

A vacina contra a gripe causa algum efeito colateral?
As vacinas influenza sazonais têm um perfil de segurança excelente e são bem toleradas.
Em alguns casos podem ocorrer manifestações de dor no local da injeção ou endurecimento e surgimento de nódulo macio. Estes abscessos, geralmente, encontram-se associados à infecção secundária ou erros de técnica de aplicação.

Pessoas que não tiveram contato anterior com os antígenos – substâncias que provocam a formação de anticorpos específicos – podem apresentar mal-estar, mialgia ou febre entre 6 e 12 horas após a vacinação.

Todas estas ocorrências, por serem benignas autolimitadas, tendem a ser resolvidas em 48 horas.

Vou ficar gripado (a) após me vacinar?
Não. A vacina contra a influenza (gripe) é inativada, contendo vírus mortos, fracionados ou em subunidades não podendo, portanto, causar gripe. Quadros respiratórios simultâneos podem ocorrer sem relação causa-efeito com a vacina.

Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?
Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre 2 a 3 semanas, após a vacinação e apresenta, geralmente, duração de 6 a 12 meses. O pico máximo de anticorpos ocorre após 4 a 6 semanas.

Onde está sendo realizada a vacinação?
Em 65 mil postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) espalhados por todo o país. Estes postos estão situados em Unidades Básicas de Saúde (Postos de Saúde). Recomendamos buscar o mais próximo de sua residência.

Qual é o período de vacinação?
Entre 5 e 25 de maio de 2012.

Fora do período da campanha, é possível se vacinar?
Não, após a campanha só serão vacinadas a população prisional e pessoas que apresentem condições clínicas especiais nos CRIE.

A vacina contra gripe imuniza contra resfriado?
O resfriado é diferente de gripe. A vacina não imuniza contra o resfriado, que é causado por outros vírus.

A vacina contra a gripe tem o mesmo efeito que um antigripal?
Não, a vacina previne contra a gripe e o antigripal é um medicamento para o alívio sintomático da gripe, usado para reduzir os efeitos causados pela doença.

Por quanto tempo dura a imunização pós-vacina?
Dura de 6 a 12 meses.

Pessoas com doenças crônicas podem se vacinar?
Sim, mas em casos de doenças agudas e febris ou de pacientes com doenças neurológicas, é aconselhável a busca de avaliação médica antes de efetuar a vacinação.

É obrigatório apresentar a caderneta de vacinação?
Não é obrigatório apresentar a caderneta de vacinação, mas ela é necessária para atualização de outras vacinas do calendário de vacinação.

Quem se vacinou no ano passado, precisa se vacinar de novo?
Sim, a imunidade dura após a vacina de 6 a 12 meses. A composição da vacina e produção é anual e pode mudar conforme os vírus que circularam no ano anterior.

Fonte: Blog da Saúde

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15 mai
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Grávidas e cachorros: pode, sim!

Publicado em por Lilian

Olá mamães! Tudo bem?

Não preciso nem dizer muito: amo de paixão animais, em especial cachorros, por isso achei interessantíssima e importantíssima essa reportagem. Todas as grávidas e mulheres que desejam engravidar devem ler esse conteúdo!

Que é uma delícia ter um animal de estimação, você já sabe, mas novas pesquisas mostram que eles podem dar muito mais que carinho para as gestantes: ajudam a manter o peso e evitam até que seu filho tenha alergia

A mudança que chega com a gravidez afeta tudo. Seus hormônios estão a mil, a relação com seu marido vai se transformar – afinal, agora vocês vão ser pais – e, dentro desse mundo novo, alguém continua sempre animado esperando pela sua atenção e seu carinho. Quem tem cachorro sabe disso, e o dia a dia com ele vai mudar também. Os cães percebem a alteração hormonal da dona pelo olfato, e a partir daí criam um laço ainda mais profundo que o anterior, explica Hannelore Fuchs, especialista na relação entre animais e humanos, psicóloga e veterinária (SP).

Mônica Rebuffo, 31 anos, já percebeu isso. Grávida de 21 semanas da primeira filha, nota que sua cachorra Vodka, uma bull terrier de 8 anos, a protege. “Ela não pula mais para pedir carinho e dá umas mordiscadas no Jack quando ele tenta fazer o mesmo”, diz. Jack é seu outro cachorro, um buldogue francês de 3 anos, um pouco menos delicado e mais agitado que sua companheira.

E, se só o amor que eles demonstram não bastasse, pesquisas apontam outros benefícios de ter um animal ao lado durante a gestação. Uma delas, feita na Universidade de Liverpool (Inglaterra), revelou que as grávidas com cães têm 50% mais chances de fazer a quantidade de exercícios indicada pela Organização Mundial da Saúde, que é de três horas por semana. O animal funciona como um estímulo: se você já o levava para passear, aumente aos poucos o percurso, até alcançar 30 minutos. Se não tinha esse hábito, faça o teste em um parque ou praça perto da sua casa – mas não esqueça de falar com seu obstetra. “Além de ser um exercício de baixo risco, o cão pode ajudar a motivar as mulheres e, portanto, garantir uma gravidez saudável”, afirma Sandra McCune, uma das autoras da pesquisa.

Foi o que fez Sandra Gregório, 34 anos, mãe de Laura, 15 dias, até o último minuto. “Passeei com meus dois cães um pouco antes da consulta com o obstetra em que soube que estava na hora de ir para a maternidade”, diz sobre os schnauzers, Tobias, 3 anos, e Margot, 1. Eles são os primeiros cachorros dela, muito por influência do marido, que sempre teve bichos. “Acho que vai ser ótimo para minha filha, ouço ele contar tantas histórias gostosas da infância e ela terá a chance de viver isso também.” Para já começar essa nova amizade, enquanto Sandra estava na maternidade, o marido levava fraldas de pano com o cheiro do bebê para os cachorros sentirem. Hoje, Tobias, que é muito apegado à dona, fica sempre deitado por perto, quietinho, enquanto ela amamenta.

Essa proximidade que Sandra teve com os bichos na gravidez pode ser bastante benéfica para a menina no futuro. Outro estudo norte-americano revelou que os filhos de gestantes que conviveram com seus animais de estimação têm 28% menos chances de contrair asma ou alergias, porque desenvolveriam um sistema imunológico mais resistente.

Mas o que fazer com o cão?

Esse questionamento é mais comum do que você imagina, afirmam os médicos, mas esqueça todos os conselhos de que deve se livrar do seu cão. “Eu penso bastante, mas não me passa pela cabeça ficar sem a Kika”, diz Mariana Amaral, 30 anos, grávida de 14 semanas e “mãe” da poodle há quatro. A maior dificuldade que terá é desalojar a cachorra, que dorme no quarto que vai ser do bebê. “Estou indo aos poucos, para ela não ficar enciumada. Já tirei a caminha, mas não tudo.”

Mariana está no caminho certo. É importante mesmo estabelecer algumas regras antes de o bebê chegar, como os locais em que o cão poderá entrar, dormir e ficar. Alguns médicos recomendam que eles não frequentem os quartos. Os portões do tipo divisória são boas alternativas.

Limpeza é outro item primordial. Além dos cuidados com a casa (use luvas ao mexer com fezes e xixi e depois lave as mãos, sempre), o cão precisa estar limpo. Banhos semanais bastam. Não esqueça de manter em dia vacinas, vermífugo (uma vez ao ano) e antipulgas (uma vez por mês) – e de lavar semanalmente a cama e os panos que ele usa.

A última mudança, e talvez a mais difícil, é se distanciar um pouco do bicho. Quando o bebê chegar, você, naturalmente, vai dar mais atenção para ele, e o cão vai ficar de lado. Então é importante prepará-lo já. Por exemplo: quando for assistir a TV, deixe-o onde estiver em vez de chamá-lo para ficar junto. Ao mesmo tempo, ajude-o a integrar essa nova família que está se formando. Se comprar uma roupinha, diga “olha, essa daqui é para o bebê”, e permita que ele cheire. Mônica Lotuffo, que aparece no começo dessa reportagem, além de grávida e dona de cachorro também é veterinária e conta que indica – e pratica – a técnica da recompensa com seus cães. Quando vai colocá-los para fora do quarto e eles vão, dá um petisco. “No dia em que eu voltar da maternidade, meu marido vai entrar em casa com a nossa filha para eu dar atenção a eles, que vão estar ansiosos, já que terei passado uns dias fora.” Outra dica dela é aproveitar a hora do banho de sol e levar os cães para passear. Tudo para eles associarem o bebê a coisas boas.

Ao voltar da maternidade, faça uma grande festa, deixe que ele cheire os pezinhos do bebê e dê um petisco. Nas primeiras semanas o cão pode querer chamar sua atenção, fazendo necessidades no local errado. “Não dê bronca. Recolha e continue as atividades do seu dia a dia. Mais tarde, dê um pouco de carinho”, afirma Mauro Lantzman, veterinário, especialista em comportamento animal e professor de psicobiologia da PUC-SP.

Todas as grávidas e a mãe desta reportagem só têm expectativas boas sobre a convivência de seus filhos com os bichos de estimação. “Acho que a criança que tem desde cedo uma animal por perto aprende muito sobre o respeito ao outro, o cuidado com um ser mais frágil e conhecem um amor que é incondicional”, diz Fabia Leme, de 29 anos, grávida de 26 semanas de Anna Julia e dona dos shi-tzus Beatle, 2 anos, e Janis, 1. “Eu não vejo a hora deles três se conhecerem. Vai ser muito gostoso!”

“Eu não tenho e quero um!”

Se você está grávida e pensa em adotar ou comprar um cão agora, talvez seja o caso de esperar até seu bebê ter pelo menos 1 ano. “Adaptar um cachorro novo às regras da casa pode exigir fôlego, e nesse momento as prioridades são outras”, afirma Viviane Monteiro, ginecologista e obstetra da Clínica Perinatal (RJ). Como esse é um momento muito delicado, a chance da adaptação ser complicada é grande. “É preciso ter cautela. Você precisa de tempo e muita vontade de ter um animal de estimação, além de imaginar como vai ficar sua vida com um recém-nascido. Às vezes as pessoas não pensam nisso e o resultado é o grande número de cachorros abandonados”, diz a psicóloga Hannelore Fuchs.

FONTES: Crescer – Carolina Delage, ginecologista e obstetra, do Hospital São Luiz (SP); Hannelore Fuchs, psicóloga, médica veterinária, uma das maiores especialistas na relação entre animais e humanos; Mauro Lantzman, veterinário, especialista em comportamento animal, professor de psicobiologia da PUC-SP; Viviane Monteiro, ginecologista e obstetra, da Clínica Perinatal (RJ) / Fotos Raoni Maddalena. Produção Fátima Santos.

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11 mai
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8 maneiras de economizar quando se tem filhos

Publicado em por Lilian

Oi mamães! Já chegou o fim da semana e domingo é o nosso dia! Você já preparou alguma surpresa para a sua mãe? Está ansiosa para saber quais serão as surpresas que você vai receber? Eu estou! rs

Olha só que ótima essa reportagem que eu encontrei. Quem tem filhos, sabe como o orçamento mensal é alterado. Nós temos que estar sempre atentos aos gastos para evitar apertos no fim do mês ou em alguma emergência, não é mesmo? Por isso acho que vale muito a pena ler a agregar os conhecimentos oferecidos nessa reportagem.

Especialistas em educação financeira ensinam como gastar menos sem comprometer o estilo de vida da família

Sessão de cinema em casa: economia de até 80% no custo do programa

Pode acreditar: filhos e economia combinam. Se os pais tiverem disciplina e comprometimento com o orçamento doméstico, não é difícil conseguir poupar um pouco de dinheiro no fim do mês, mesmo com crianças em casa. O Delas consultou especialistas em educação financeira para saber como gastar menos sem comprometer o estilo de vida da família. Confira as dicas.

1. Aprenda (e ensine) a fazer escolhas

Comprar um brinquedo novo ou economizar para fazer uma viagem em família no fim do ano? Alguns pais não conseguem fazer escolhas quando se trata dos filhos e acabam dando tudo o que eles desejam. Além de comprometer o orçamento, esse tipo de atitude não ensina as crianças a lidarem com frustrações, o que deve ser feito desde cedo.

“Uma das chaves da educação financeira é justamente a palavra ‘escolha’. Toda escolha implica em uma renúncia. Os pais e as crianças precisam aprender a renunciar com naturalidade”, comenta o especialista em educação financeira Álvaro Modernell.

Definir planos a médio e longo prazo pode ser a solução para ajudar os pais a controlarem melhor o orçamento. Sempre que for comprar algo fora da sua rotina, discuta com sua família se realmente vale a pena gastar esse dinheiro e lembre dos planos já estabelecidos. Com o tempo, as escolhas serão menos dolorosas e farão parte da rotina de pais e filhos.

2. Não tenha medo da reciclagem

O vestido ficou pequeno? Que tal reformá-lo e fazer uma saia? Reaproveitar roupas e brinquedos representa uma grande economia para quem tem filhos. E não são apenas famílias com dois ou mais filhos que podem fazer isso: converse com primos e amigos e veja se alguém se interessa em trocar itens que não usam mais.

“A rotatividade de roupas e brinquedos para as crianças é muito grande. Algumas peças de roupa, por exemplo, custam verdadeiras fortunas e são usadas duas ou três vezes. Para valer seu dinheiro, aprenda a reaproveitar. Se alguém na casa tiver habilidades manuais vai sair mais barato ainda”, ensina Bernadette Vilhena, pedagoga empresarial e coautora do livro “Dinheirama” (Blogbooks Ediouro).

3. Desfrute de cultura gratuitamente

Programas culturais gratuitos são uma boa opção de diversão para as crianças. “Em algumas cidades, estes programas são bem comuns. Tem que pesquisar na internet ou nos jornais”, recomenda Reinaldo Domingos, educador financeiro.

Se não tiver nada de graça, os pais podem também procurar por horários alternativos e mais baratos de peças de teatro ou sessões de cinema, por exemplo.

A ida ao supermercado pode ser mais tranquila com pequenos truques como fazer uma lista para as crianças

4. Aprenda o quanto sua família come

Qualquer desperdício é prejuízo. “As famílias brasileiras gastam, em média, 20% a mais do que o necessário”, afirma Reinaldo. Para não desperdiçar dinheiro com comida a regra é saber a quantidade correta de alimentos que sua família consome. “Olhe na geladeira e no armário e veja o que estraga todos os dias. Faça um relatório. Se um pão francês estragou, na próxima compra diminua esse número. O mesmo pode ser feito com legumes e outros alimentos perecíveis”, ensina.

5. Divirta-se em casa

Entreter os filhos dentro da própria casa pode representar uma grande ajuda no controle do orçamento mensal. Para se convencer disso, basta fazer uma conta simples: leve cinco crianças ao cinema e compre pipoca para todas. Depois de chegar ao total desta conta, pense quanto custa um pacote de pipoca no mercado e o aluguel de um filme. Pronto! A economia de uma sessão caseira de cinema pode superar 80%.

“A gente ouve muito falar de programas caseiros na época das férias escolares e esquecemos que isso pode ser feito o ano inteiro. Cada um tem que descobrir maneiras de estar com os filhos e aproveitar esses momentos. A criança adora ver a família e os amigos unidos”, afirma Bernadette Vilhena.

6. Em viagens, prefira acomodações com cozinha

“Comer fora é sempre mais caro do que preparar sua comida. Ao viajar, ficar em acomodação com cozinha vai dar mais trabalho, mas esse dinheiro economizado pode pagar por passeios extras”, ensina Álvaro Modernell.

Se o período fora de casa for longo, procure levar a base de sua alimentação. Em algumas cidades os supermercados praticam preços mais altos justamente por serem locais turísticos.

7. Drible os problemas do temido supermercado

Pior do que ir ao supermercado com fome é levar uma criança com fome junto. Mas não é só a fome que é inimiga do bolso nesta ocasião. “Não saia de casa sem comer e sem alimentar seu filho. Além disso, não basta fazer uma lista de compras. Precisa colocar as quantidades corretas de cada produto. Vá ao mercado com tempo para poder comparar preços”, aconselha o especialista em educação financeira Reinaldo Domingos.

Mas o que fazer quando seu filho pede para comprar bolachas, salgadinhos, chocolates e até mesmo brinquedos? “Oriente seu filho e diga que é preciso respeitar o orçamento. Também não dá para dizer ‘não’ para tudo. Você pode deixá-lo escolher alguns produtos por conta própria”, afirma Álvaro.

“Antes de tudo, veja se seu filho está apto a ir ao mercado. Se ele não sabe receber um ‘não’, deixe-o em casa. As crianças que acompanham os pais podem ir com sua própria lista, feita pelos pais em casa. Dessa maneira podem ajudar e se sentir úteis”, diz Reinaldo.

8. Programe os presentes

Ter disciplina ao presentear crianças é fundamental. Procure não acostumá-las com presentes toda semana, por exemplo, mesmo que de valores baixos. “Faça uma agenda anual e coloque tanto as datas comemorativas nas quais você presenteia os membros da família ou amigos e parentes. Estabeleça uma verba para esses presentes e os compre com antecedência para não correr o risco de pagar a mais na última hora”, ensina Reinaldo.

O educador financeiro Álvaro Modernell explica que precisamos acabar com preconceitos. “O valor do presente não deve estar no preço. Às vezes, conseguimos comprar coisas com alto valor que não são caras.” Álvaro também propõe um exercício ao presentear: ao comprar algo, coloque o mesmo valor pago na poupança. “Se não tiver dinheiro para fazer as duas coisas, certamente está dando presentes acima do seu poder aquisitivo.”

Fonte: Delas

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9 mai
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Crianças também ficam ansiosas

Publicado em por Lilian

Oi mamães! Tudo bem?

Como eu estou meio ansiosa nos últimos dias, aproveitei para pesquisar algo relacionado a isso na infância e encontrei essa reportagem. Vale a pena ler e se atentar, caso seu filho mostre sintomas de ansiedade. Boa leitura!

A causa da ansiedade infantil pode ser tanto o ambiente em que vive como uma alteração genética

Você é ansioso? Saiba que as crianças também apresentam sinais do distúrbio quando algo as incomoda. A ansiedade está muito associada ao tempo: é quando a projeção mental no futuro é mais forte do que no presente. Esse é um comportamento que pode ser aprendido, mas hoje há estudos que mostram que os genes também podem ter o seu papel nesse quadro. Uma pesquisa realizada por cientistas na Alemanha e nos Estados Unidos mostrou que pessoas com variações do gene que regula o neurotransmissor dopamina, o COMT, possuem mais chance de desenvolver distúrbios de ansiedade.

Mas a genética é apenas um dos diversos fatores que contribuem para a ansiedade. A questão ambiental, como o convívio em casa com a família, exerce uma função importante no comportamento da criança.

Os recém-nascidos já podem aprender e desenvolver alterações de ansiedade por influência da mãe. Até os 7 anos, a criança está em um nível de desenvolvimento primitivo, e a família é o alicerce para os seus valores. Se no dia-a-dia, ela presencia briga dos pais, preocupação excessiva deles com trabalho, por exemplo, é provável que fique insegura e ansiosa também.

“Todo mundo tem um pouco de ansiedade, tanto adulto quanto criança”, diz Rita Calegari, psicóloga infantil do Hospital São Camilo. Algumas pessoas conseguem levar a ansiedade de maneira saudável, mas há quem sofra e isso é prejudicial. O exemplo dos pais é fundamental para que ela aprenda a controlar de forma equilibrada suas emoções.

Como identificar a ansiedade na criança

A criança ansiosa não se concentra no momento atual. Segundo Rita, até os 6 anos, a insegurança é a principal característica. Ela tem medo de tudo e dificuldades em passar as etapas do seu desenvolvimento, como largar as fraldas ou a chupeta.

Em idade escolar, o desempenho nos estudos pode ser prejudicado, por não conseguir acompanhar as explicações do professor. Quando está brincando, ela pode atropelar a colega. Se o jogo é de tabuleiro, por exemplo, ela quer jogar a todo o momento e não sabe esperar sua vez. Se for menor, e o brinquedo é de encaixar, pode não conseguir realizar a atividade da maneira que gostaria.

É claro que, se o seu filho está em época de provas, esperando por uma viagem ou festa de aniversário, ele vai ficar ansioso, mas são situações que não trarão danos para a sua vida. Vale o bom senso dos pais para observar a criança. O problema é quando o sono, a alimentação, o desenvolvimento educacional e social da criança são afetados.

Como os pais podem ajudar os filhos

- Ensine seu filho a respirar bem devagar, para que ele se acalme;
- Ao contar uma história, se perceber que ele está disperso, chame-o com carinho e o envolva novamente no enredo;
- Converse com seu filho. Se perceber uma mudança no comportamento, ajude-o a se expressar, a nomear o que está sentindo;
- Ofereça saídas práticas. Se estiver muito ansioso por causa de um evento, ajude-o a se distrair, sem fazer comentários sobre seu comportamento. Se estiver comendo muito rápido, peça que acompanhe o seu ritmo;
- Proponha atividades físicas. Elas relaxam e colocam a criança no presente.

Se perceber que a rotina e o desenvolvimento da criança estão prejudicados por conta da ansiedade, procure ajuda de um profissional.

Fonte: Crescer

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8 mai
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Mamografia entre 40 e 49 anos facilita tratamento do câncer e aumenta a chance de cura

Publicado em por Lilian

Olá mamães! Tudo bem?

Hoje, sem motivo especial, acordei pensando em câncer de mama e mamografia. Então resolvi ir atrás de alguma reportagem legal que fale a respeito. Confesso que alguns meses eu me esqueço, mas me preocupo muito com isso e sempre faço o autoexame. Você também faz? Leiam a reportagem, nós mulheres temos que estar sempre atentas às esse assunto.

Estudo do Instituto Sueco de Câncer defende os benefícios de se fazer o exame antes dos 50. Especialistas, no entanto, têm opiniões diferentes. Fique por dentro dessa discussão

Você já perguntou ao seu médico quando terá de fazer a primeira mamografia? A idade ideal diverge entre os especialistas. A mais recente mudança nesse debate foi introduzida pelo Instituto Sueco de Câncer, em Seattle, EUA. O novo estudo constatou que a mamografia, quando realizada entre 40 e 49 anos, pode diagnosticar o câncer de mama precocemente, o que permitiria um tratamento menos invasivo e uma maior chance de cura.

Para a pesquisa, foram observadas 1.977 pacientes com câncer de mama entre 40 e 49 anos, dividindo-as de acordo com o estágio da doença: como ela foi diagnosticada (se por mamografia ou autoexame), como foi tratada e se o câncer manifestou-se novamente. Durante os 18 anos do estudo, a porcentagem da doença detectada por mamografia cresceu de 28%, em 1990, para 58%, em 2008, já que mais pacientes se submeteram ao exame.

A grande vantagem de se diagnosticar o câncer de mama precocemente é o tipo de tratamento. “Se a doença for detectada no início, a paciente não precisa perder a mama na cirurgia. Isso traz um benefício psicológico muito grande para a mulher”, explica Luiz Fernando Leite, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana (SP). Seria menos invasivo passar por uma mastectomia, que é a remoção parcial do tecido mamário, e não pela radical, na qual o seio é removido por inteiro. Além disso, as chances de cura são maiores já que o tamanho do tumor é menor.

Essa idade, no entanto, não é unânime na comunidade médica. Em 2009, a Comissão de Serviços Preventivos dos EUA afirmou, após um estudo, que as mulheres deveriam fazer o exame somente após os 50 anos. Isso porque, segundo os pesquisadores, antes disso a chance de um resultado falso-positivo é maior, o que aumentaria a ansiedade da mulher e até intervenções cirúrgicas desnecessárias. De acordo com Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), entre 40 e 49 anos, o diagnóstico preciso é mais difícil porque a mama é mais densa, e isso compromete a leitura do exame. “Depois dos 50 anos, quando a mulher já parou de menstruar, a quantidade de hormônios diminui e a mama perde densidade. Com isso, a mamografia fica mais clara”, explica.

No entanto, para José Roberto Filassi, coordenador da mastologia do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, o estudo da Comissão de Serviços Preventivos dos EUA atribui mais importância aos aspectos financeiros, já que o governo norte-americano teria mais gastos ao ampliar o contingente de mulheres que fazem o exame.

Quando fazer o exame, afinal?

No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) recomenda que o exame clínico (aquele realizado por um médico ou enfermeira capacitados, que detecta tumor de até 1 cm, se superficial) seja feito a partir dos 40 anos de idade, anualmente. A mamografia seria indicada para mulheres entre 50 e 69 anos, com intervalo de, no máximo, 2 anos. Para aquelas que pertencem ao grupo de risco, ou seja, que têm mãe ou irmã com casos de câncer de mama antes da menopausa, é recomendado que a façam anualmente, a partir dos 35 anos. Já a Sociedade Brasileira de Radiologia, ao contrário do Inca, recomenda que a mamografia seja feita a partir dos 40 anos, anualmente.

Como você pode ver, não há uma única resposta. A idade certa para você só o seu médico vai poder estipular. O importante é sempre ficar atenta a nódulos e a secreções diferentes das habituais nos seios. Quando o médico realiza o exame do papanicolau pela primeira vez, deve ensinar a paciente a fazer o autoexame (aquele de apalpar as mamas). “Educar é muito importante”, reforça Eduardo Zlotnik.

Vale lembrar que, em 2009, durante o governo Lula, foi sancionada uma lei que inclui o exame para detectar câncer de mama no Serviço Único de Saúde (SUS) para mulheres a partir dos 40 anos. Mas isso não significa que o governo obrigue a população feminina a fazer a mamografia nessa idade. O objetivo é oferecê-la gratuitamente àquelas mulheres orientadas pelo médico a realizar o exame nessa faixa etária.

Fonte: Crescer

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7 mai
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40 soluções para resolver, de vez, o drama na hora de comer

Publicado em por Lilian

Oii mamães! Tudo bem?

Hoje vi essa reportagem na Revista Crescer e achei legal compartilhar com vocês. É meio longa, mas vale a pena ler, pode ajudar muito na hora de preparar os pratos para os filhotes.

Por mais que você siga as orientações do pediatra, sempre surge alguma dúvida sobre como alimentar seu filho – ainda mais quando ele não colabora. Confira respostas para os problemas mais comuns que você enfrenta (ou ainda vai ter que lidar)

Comer é um barato, mas nem toda criança acha. Quantas vezes você não sonhou que seu filho provava a salada sem que você implorasse, ou que ele comesse alguns legumes além da batata frita? A gente sabe que fazer uma criança comer dá trabalho, e muito! Não bastasse todas as suas dúvidas, a cada momento aparece uma nova recomendação: se antes bater as primeiras papinhas no liquidificador era regra (pergunte para a sua mãe), em breve, acredite, nem a peneira você vai poder usar. Sim, daqui para frente, papinha só amassada no garfo. Essa recomendação está no próximo guia da Sociedade Brasileira de Pediatria, que foi revisado e será apresentado em maio durante um simpósio internacional, que tem como meta fazer com que seu filho aprenda a comer bem desde cedo, evitando problemas no futuro.

Porém, e quando esses dilemas são o seu presente? O pediatra diz uma coisa, os pais pensam outra e ainda é preciso ouvir a criança. Afinar essa tríade (médico-pais-criança) tem sido a missão do pediatra norte-americano Benny Kerzner, que há décadas se dedica a estudar os problemas alimentares na infância. Ele já fez estudos em diversos países para descobrir os principais problemas que levam uma criança a não comer da maneira esperada, e agora chegou a vez do Brasil. O projeto, a ser iniciado em breve, vai unir pesquisadores de renomadas universidades do país. A meta é avaliar mil famílias. “Um grupo vai ficar com os pediatras, o outro, com os pais, e eu, com as crianças”, afirma Mauro Fisberg, pediatra e nutrólogo, colunista do site da CRESCER e professor da Unifesp, que fará parte do estudo. Com esses dados, será possível informar melhor os pais, determinar diagnósticos e prevenção para cada caso – o tratamento de uma criança que não come nada não pode ser o mesmo da que só petisca – e, assim, oferecer mais ferramentas para os pediatras usarem em consultório.

Por saber que, ao determinar especificamente cada problema fica mais fácil corrigi-los com mudanças de hábito, alguns médicos têm visto com tanto receio a publicação das novas normas da Academia Americana de Psiquiatria em 2013 que vai fazer uma revisão dos transtornos alimentares, inclusive em crianças. “Nosso medo é que questões que poderiam ser resolvidas com um nutricionista e um psicólogo acabem sendo contornadas, desnecessariamente, com medicamentos”, afirma Fisberg. Todos os especialistas ouvidos pela CRESCER são unânimes ao afirmar que o bom hábito alimentar se aprende em casa. Conversamos com especialistas para desvendar os 40 problemas mais comuns – e descomplicar o seu dia a dia.

1. Só de imaginar meu bebê todo sujo de comida tenho arrepios. Tudo bem não deixá-lo mexer na refeição?

Não. Ao tocar o alimento ele sente a textura, o aroma, a consistência, além de ser uma importante etapa do desenvolvimento motor fino. Um estudo britânico, feito com 155 crianças entre 20 meses e 6 anos e meio, mostrou que as que recebem comida de colher (e não tiveram oportunidade de “provar” as refeições com as próprias mãos ou usando um talher) têm mais chances de ser obesas. As que tiveram essa liberdade comiam mais alimentos saudáveis, integrais, carboidratos e proteínas (sim, tudo isso) do que aquelas alimentadas na colher – aliás, essas, mesmo tendo uma dieta balanceada, passaram a preferir alimentos doces.

2. Nada distrai meu filho à mesa, mas ele demora muito para comer. Como tornar a refeição mais rápida?

Essa possibilidade está fora de cogitação, afirmam os especialistas. A regra é: respeite o tempo dele – tentar apressá-lo pode prolongar ainda mais o processo. Claro que seu esforço para estar com ele nesse momento é válido, mas você não vai conseguir aproveitar se estiver com o tempo apertado. Em vez de dar o almoço, tente chegar mais cedo para servir o jantar, ou tome o café da manhã com calma e sem aquela obrigação com o relógio, porque seu filho sente esse estresse.

3. Dei para minha bebê de 4 meses um pedaço de bolacha recheada – e ela adorou. É um bom sinal?

 Não. Até os 6 meses a criança só deve provar o leite materno, que tem todos os nutrientes que ela precisa. Inúmeras pesquisas já mostraram que introduzir qualquer alimento antes desse período pode comprometer os hábitos no futuro, e aumentam as chances de a criança ser obesa também. Doces só podem ser dados depois de 1 ano, mas produtos industrializados entram na categoria “quanto mais você puder evitar, melhor”.

4. Posso dar algum remédio ou fórmula para estimular o apetite do meu filho? Ou colocar suplemento no leite?

 A resposta para ambos os casos é: não use. Se ele está crescendo e se desenvolvendo bem, não há motivos para fazê-lo comer mais. Algumas vitaminas, quando em excesso no organismo, podem atrapalhar a absorção de outras, como é o caso do zinco com o ferro. Só o pediatra pode recomendar e, mesmo assim, o produto deve ser usado por tempo determinado.

5. Não deixo minha filha de 1 ano comer chocolate nem tomar refrigerante, mas quando vai na casa dos tios… permitem tudo. Como resolver isso sem bancar o chato?

 Você pode combinar que esses dois alimentos eles não podem oferecer de jeito nenhum, e diga também que petiscos não substituem as refeições. E ponto. Desapegue das demais “regras” que funcionam na sua casa se essas visitas forem esporádicas porque, em algum momento, seu filho vai ser apresentado a certas guloseimas mesmo. Quando você coloca mil normas para seu filho ficar na casa de alguém, é capaz das pessoas desistirem de passar esse tempo com ele.

6. Em casa, cada um chega em um horário e come em qualquer lugar. Isso é ruim?

 É, sim. As refeições em família vão muito além de todo mundo sentar junto para comer. É um momento de troca de olhares, de conversas de como foi o dia (ou das expectativas sobre ele) e também uma oportunidade para você dar o exemplo do que é legal comer. O segundo ponto é o local: a mesa, que precisa fazer parte do ritual das refeições. Quando a criança come sem distrações, ela presta atenção na quantidade que está consumindo e no que está comendo, e esses ensinamentos, que parecem muito básicos, vão servir de guia para a vida toda, e evitar problemas no futuro, como a obesidade. Se é difícil reunir todo mundo, que tal levantarem 15 minutos mais cedo para compartilhar o café da manhã? O ideal é que vocês consigam fazer pelo menos uma refeição por dia juntos.

7. Por que a salada da casa dos outros é mais gostosa?

 Por vários motivos: pode ser a apresentação (se eles colocam em potes e usam alimentos que dão um visual supercolorido, fica mais convidativo), porque o colega come, e ele não quer fazer diferente, porque para ele pode ser uma experiência nova (e crianças são muito curiosas), porque eles usam um tempero gostoso e até mesmo porque lá ninguém diz para ele comer, apenas coloca na mesa e espera o resultado. Tente fazer isso na sua casa.

Barcos de alface

Ingredientes: 50 g de peito de frango cozido, 3 colheres (sopa) de milho, 1 cebolinha, 2 colheres (sopa) de maionese, 1 limão-siciliano ou taiti, 4 ou 5 folhas de alface-americana. Preparo: Desfie o frango e coloque em uma tigela. Junte o milho, a cebolinha picada e a maionese. Acrescente o suco do limão e misture. Coloque o recheio em folhas de alface firmes e em forma de barquinhos.

8. Meu filho só come macarrão instantâneo. Posso deixar?

 Não. O problema desses macarrões está no tempero do pacotinho, que não tem nutrientes e possui muito glutamato monossódico, uma substância que causa muita retenção de líquidos. Já a massa em si é como qualquer outro macarrão. Comece preparando sem o tempero e colocando um fio de azeite extravirgem no final. O molho de tomates pronto é melhor do que o tempero do pacotinho, mas o feito em casa é o mais saudável. Depois, aos poucos, acrescente outros ingredientes.

Como deixar o macarrão mais nutritivo

• Cozinhe o macarrão cabelinho de anjo e misture miniárvores de brócolis e bolinhas de muçarela de búfala cortados em pedaços.

• Refogue atum e tomate picadinho em um pouco de azeite e misture no macarrão do tipo parafuso.

• Use o próprio macarrão instantâneo e cozinhe em menos água com um pouco de sal. Depois, quebre um ovo e misture levemente. O ovo vai ficar em pedaços grandes e você consegue escorrer a água do mesmo jeito. Acrescente pedacinhos de cenoura e vagem cozidas e use uma pelotinha de manteiga e sal para temperar.

9. Não como verduras nem legumes, e minha filha já está percebendo. O que posso fazer?

É… A partir dos 2 anos vai ser mais difícil “enganá-la”, e ela pode parar de comer porque você não prova. O caminho mais fácil é fazer aquele esforço e comer uma folha de alface ou uma rodela de beterraba – capriche no tempero (veja uma receita abaixo) se o gosto for terrível para você, misture ao arroz, enfim, coma e não faça cara feia. Um estudo francês, realizado com crianças de 5 a 8 anos e adultos, mostrou que os pequenos são influenciados pelas emoções dos outros à mesa. Em outras palavras, fazer aquela cara de preconceito em frente à comida pode ter um impacto maior do que se você falar “salada é gostosa”, ou “você também vai gostar”. Quando você sorri depois de comer, elas ficam com mais vontade de provar. Chamar aquele coleguinha que prova de tudo funciona também, porque criança adora imitar os amigos.

Vinagrete de laranja e manjericão

Ingredientes: raspas de 1/2 casca de laranja, suco de 2 laranjas, 1 colher (sopa) de manjericão fresco, sal a gosto, 4 colheres (sobremesa) de azeite. Preparo: Misture o azeite com o sal, o manjericão, a casca de laranja e, por último, o suco peneirado.

10. Não tenho tempo e não gosto de cozinhar. Posso dar só comida congelada?

 Nenhuma comida pronta é tão completa como a preparada na hora, porque alguns nutrientes se perdem no congelamento. Mas é possível ter uma boa alimentação com pratos desse tipo. Prefira as opções mais caseiras às industrializadas comuns de supermercado (por conta da quantidade de gordura e sódio). Escolha empresas que têm cardápios preparados por nutricionistas e fique atento ao prazo de validade. Um jeito de incrementar a refeição é oferecer uma salada de folhas (que você compra limpa no mercado). Cada alimento tem uma duração diferente no freezer mas, em geral, o prato pode ser consumido em até três meses.

11. Dar leite (puro ou com achocolatado) à noite vai deixá-lo obeso? E se eu não adoçar?

Não necessariamente. A obesidade está ligada a diversos outros fatores que atuam em conjunto, como a falta de atividade física e todo o resto da alimentação do dia. Se tudo estiver balanceado, o leite da noite não é problema. Claro que é melhor tomar puro, sem açúcar nem achocolatado. Mas para quem tem a alimentação saudável, colocar uma colher de achocolatado no leite não é nenhum fim do mundo. Só não pode deixar seu filho trocar o jantar ou comer mal por saber que vai tomar esse leite mais tarde – nem dormir sem escovar os dentes!

12. Minha filha de 1 ano e 6 meses não gosta de nada sólido. Bato no liquidificador e assim ela come. Tudo bem?

Infelizmente, não. Ao bater, você perde as fibras dos alimentos, que ajudam o intestino a funcionar melhor. A criança também deixa de aprender a mastigar, o que é importante para o desenvolvimento da musculatura e dos dentes, e não reconhece o sabor dos alimentos. Como não dá para mudar de uma vez, vá aos poucos. Primeiro, deixe a papa mais grossa; depois, amasse com um garfo, aí coloque pedaços até aumentar por completo a consistência. Se em alguma parte do processo ela recusar o prato, pule o almoço, por exemplo, e só permita que ela coma de novo no lanche da tarde. O estresse pode ser grande, sua ansiedade ainda maior, vai levar tempo – e cada criança tem o seu –, mas vai dar certo.

13. Digo que couve-flor é sobremesa, e aí as crianças comem. Está errado?

 Não existe uma unanimidade entre os especialistas, mas a maioria não aprova esse truque. Quando seu filho descobrir que está sendo enganado, vai parar de comer, e isso pode abalar a confiança que tem em você. Outros médicos suavizam e dizem que essa é uma mentirinha que não faz mal. De qualquer maneira, se você quiser mudar esse hábito, diga para ele que, dependendo de cada cultura, o alimento é servido de um jeito. O abacate, por exemplo, é servido salgado, e não batido com leite, em vários países.

Abacate salgado, o guacamole

Ingredientes: 1 abacate maduro, 1 tomate sem sementes picado bem miudinho, 1/2 cebola pequena ralada, 1/2 dente de alho amassado, 1 colher (sopa) de suco de limão, sal, cheiro-verde e coentro a gosto. Preparo: Amasse o abacate com um garfo, acrescente a ele os demais ingredientes e sirva gelado com saladas ou para molhar legumes em palito.

14. O único legume que meu filho come é batata – e frita. Como diversificar?

Primeiro, deixe de fazê-la desse modo (além de ser muito calórica, a fritura ajuda a aumentar o colesterol ruim, o LDL, que pode causar problemas cardíacos no futuro, entre outros), mas não diga que é proibido. Ofereça esse mesmo legume de outras maneiras: assado, no purê, na salada, refogado, e passe a servir outras verduras e legumes de maneiras diferentes também.

15. Meus filhos só comem o que for “branco”: pão de fôrma, macarrão, arroz… Como faço para melhorar a alimentação deles?

 Pode ser uma fase, mas o primeiro passo é continuar oferecendo outras opções de alimentos. Tente também não comprar e preparar esses pratos por um tempo e substitua por semelhantes, como pão e macarrão integrais. Mas você e toda a família – inclusive irmãos – precisam participar dessa mudança!

16. Meu trabalho é cozinhar “tranqueiras” – faço doces e salgadinhos para fora. Como explico para o meu filho que ele não pode comer só essas coisas?

 Você tem que estabelecer limites – e torná-los conhecidos para quem ajuda você nessas tarefas. Fale que esse é o seu trabalho, e que as outras crianças, como ele, comem esse tipo de alimento esporadicamente, em festas, e que tudo bem ele provar uma porção no fim de semana. Mas e se ele fizer aquela carinha de “eu quero muito”? Bom, você pode pensar nesse argumento: donos de lojas de automóveis não deixam seus filhos dirigir, certo? É um exemplo absurdo, mas a ideia é a mesma: proteger seu filho – nesse caso, contra o excesso de peso. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, de 2010, analisados pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, mostraram que o excesso de peso está aumentando principalmente na faixa etária entre 5 e 9 anos.

Leite de quê? 

Você pode, e deve, incluir leite na alimentação. O líquido branco e seus derivados são a melhor fonte de cálcio para o organismo, essencial para a formação e a manutenção dos ossos. Para se ter uma ideia, entre 7 meses e 2 anos ele deve consumir, em média, quatro porções (120 ml cada uma) diárias; dos 2 aos 3, cinco porções; de 4 a 6 anos, quatro porções maiores, de 180 ml; e após essa idade, três porções – entre o leite in natura e seus derivados. Um pote de iogurte de 100 ml ou quatro fatias finas de queijo tipo muçarela ou prato equivalem a uma porção. Quanto ao tipo de leite, para crianças o recomendado é sempre o integral, salvo orientações médicas. Se a criança está com o peso certo, não precisa tomar leite desnatado ou semidesnatado. O de soja é indicado para alérgicos e intolerantes, mas o ser humano produz as enzimas suficientes para digerir o leite até por volta dos 5 anos de idade e só depois algumas pessoas terão dificuldades na digestão do alimento. Prefira os leites de soja enriquecidos com cálcio. O leite de vaca é o mais comum no mundo todo, mas o de outros animais, como de cabra, de ovelha e de búfala, são alternativas a se tentar para os alérgicos ao leite de vaca, já que as proteínas de cada um são diferentes.

17. Se de vez em quando eu precisar esconder algo no feijão, por exemplo, para garantir os nutrientes, faz mal?

 Não, de vez em quando você pode usar esse truque e acaba valendo para toda a família ter um feijão nutritivo. Mas esse não deve ser o único meio de fazer seu filho comer legumes ou verduras. Elas devem aparecer no prato na maioria das vezes. Vale colocar também o ingrediente na mesma refeição, como na salada.

18. Se ele fizer uma das refeições principais (almoço ou jantar) já está bom?

 Não. Seu filho precisa de todas as refeições para crescer e se desenvolver da maneira esperada. Além disso, uma criança mal-alimentada não se concentra na escola e fica irritada facilmente, mostram os estudos. Primeiro organize o horários – ele deve comer a cada três horas –, porque assim vai sentir fome na hora certa. O cardápio fica assim: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e até uma ceia, que pode ser um copo de leite.

19. Eu como tudo direito, mas o meu marido…

Como faço para o meu filho seguir o meu exemplo e não o dele? É mesmo complicado, porque um pai fica de mocinho e o outro, de bandido. Essa conversa não deve acontecer na frente da criança. Vocês têm que chegar a um acordo – sem essa parceria, alguém vai sair perdendo, e, na maioria das vezes, vai ser seu filho. Por exemplo: se seu marido não pode nem pensar em escarola refogada, mas tolera couve, então, quando ele estiver na mesa, sirva isso. O melhor argumento você já tem: os médicos e as pesquisas não cansam de mostrar que, quanto melhor a alimentação da criança, melhor para o futuro dela, porque aí ela vai conseguir alcançar o máximo de seu potencial.

20. Se minha filha faz bastante exercício, posso deixá-lo comer mais guloseimas?

 Não. A questão aqui é que boa alimentação não consiste apenas em pensar no gasto calórico e sim na qualidade do que a criança come.

21. Ele só come se estiver prestando atenção em outra coisa, como a TV ou o computador. É melhor que seja assim do que não comer nada?

Se isso é a regra de todo dia tem problema, e muito. E a tarefa, por mais difícil que pareça, é mudar esse hábito o quanto antes. A criança pequena está na fase de descobrir o mundo, e um prato de comida não é nem de longe tão interessante e desafiador aos olhos dela quanto todas essas coisas. Por isso, o ideal é que no horário das refeições essas distrações não estejam por perto sempre – tudo bem liberá-las uma vez por semana e quebrar a rotina. Aproveite aquele dia em que vocês vão comer pizza ou cachorro-quente para isso. No restante do tempo, faça a mudança aos poucos e tente também tornar esse momento mais especial, comendo junto com ela, convidando-a para cozinhar com você ou até comendo com as mãos de vez em quando. A lambança vale a pena.

22. Ele já cuspiu dez vezes a cenoura. Preparei de todo jeito. Devo desistir?

 Depende da idade do seu filho. Para as que estão entre as papinhas iniciais e a idade pré-escolar, a dica é continuar tentando de vez em quando. Nessa fase, as crianças têm mesmo um paladar mais restrito. Mas, com cerca de 6 anos, isso pode ser uma preferência alimentar e deve ser respeitada. Há outros alimentos com os mesmos nutrientes – basta fazer a substituição – e você também pode experimentar oferecer a cenoura misturada no suco de laranja, no bolo (e contar para seu filho depois), ou como petisco, em forma de palitinhos ao longo do dia.

23. Minha filha não come o que mando na lancheira. A professora disse que ela prova a comida dos colegas. O que faço?

 Converse com a professora para saber que tipo de lanche é esse: às vezes, os pais desse amigo cortam o alimento de uma maneira diferente ou colocam um recheio incrementado que sua filha adora – aí é só pedir a receita. Já se forem salgadinhos, bolinhos prontos etc., vocês precisam ter uma conversa. Esses produtos são ricos em calorias, sódio e açúcar, e pobres nutricionalmente. Combine que uma vez na semana você vai mandar algum desse tipo, e, nos outros dias, pergunte o que ela gostaria de levar – cortadores divertidos e muitas cores no lanche são truques que podem funcionar. Faça uma receita nutritiva no fim de semana e mande pedaços a mais para ele distribuir para os amigos. E, de vez em quando, coloque um bilhete, com um recado, dentro da lancheira para ele lembrar que você preparou aquilo com muito carinho.

Bolinho de legumes

Ingredientes: 3 ovos inteiros, 1 xícara (chá) de purê de couve-flor e abóbora (basta amassar com um garfo), 4 colheres (sopa) de farinha de trigo, 2 colheres de farinha de aveia integral, 1/2 colher (chá) de sal e 1 colher (chá) de fermento em pó. Preparo:misture todos os ingredientes até incorporá-los bem e coloque a massa em forminhas individuais untadas e enfarinhadas em forno preaquecido por 30 minutos. Rende 20 unidades.

24. Meu filho já está crescido, mas só come com as mãos. Devo deixar?

 Tudo tem um limite, e comer só com as mãos também. Pode acontecer em um piquenique ou naquele dia em que você preparou quibe no forno, mas em todas as refeições não é legal. As mãos são chamadas de “vias muito contaminantes” pelos médicos porque criança come mexendo na roupa, no cabelo (e até no pé). Além disso, vai prejudicar o convívio social dela. Imagine como pode ser embaraçoso comer na casa de um amigo? Compre um jogo novo de pratos e talheres e estimule seu filho a usar. Dê o exemplo e elogie quando ele fizer da maneira correta.

25. Quantos ovos posso dar por semana?

Qual o melhor jeito de prepará-los? Considerados grandes vilões do colesterol até pouco tempo, os ovos, fontes de proteína, já não têm mais toda essa fama de maus, e podem ser oferecidos a partir de 6 meses completos. As crianças podem comer até três por semana, com gema e tudo, sem problemas – lembre-se: tem ovo no bolo e em outras preparações, e tudo isso conta. A melhor forma de preparo é cozido ou poché, pois não leva gordura na receita. Depois, os do tipo mexido e omelete feito com pouco óleo e em frigideira antiaderente. Evite o frito e ofereça dessa maneira só ocasionalmente.

26. Meu filho gosta de sabores fortes, que criança normalmente não come, como queijo gorgonzola. Faz mal?

 Não faz mal algum. O fato de ele aceitar sabores pouco comuns ao paladar infantil indica uma boa relação da família com a alimentação. O único cuidado deve ser com cada opção. Alguns alimentos, como queijos fortes e patês, costumam conter muito sódio, que faz mal para adultos também. A recomendação é comer em pequenas quantidades e escolher os com menos conservantes, corantes ou sódio.

27. Minha filha não come muito, nem muitas porcarias. Mas está gordinha. Será alguma doença?

A primeira coisa é leva-la para uma avaliação médica. Só o pediatra pode dizer se ela está ou não acima (ou abaixo) do peso ideal. Isso pode ser uma característica genética ou individual e, mais importante que compará-la com outras crianças ou com o que você imagina ser o padrão ideal, é saber se ela vem crescendo sempre no mesmo ritmo e acompanhando o traçado da curva de crescimento, mesmo que para cima ou para baixo. Se ela estiver mesmo mais gordinha do que deveria, vai precisar fazer mais atividade física, já que problemas endócrinos são raros em crianças. Caso haja algum indício, o pediatra recomendará exames.

28. Ele só come peixe se for frito. Vale a pena?

É a única fritura da semana. Aqui os especialistas se dividem. De um lado há os que digam que é importante que a criança tenha contato com peixe de alguma maneira – lembrando que ela deveria comer esse tipo de carne pelo menos três vezes na semana. Outros médicos e nutricionistas defendem que, quando o peixe é frito, perde boa parte de seus nutrientes, como o ômega 3 (que ajuda no desenvolvimento cerebral da criança), fora a gordura que ela vai consumir, e aí não valeria a pena. O ideal é oferecer o peixe de outras maneiras, como assado. Se for fritar, prefira o óleo de arroz, amendoim ou de soja, que têm uma estrutura química diferente e, por isso, suas moléculas demoram mais para ser “transformadas” em gordura saturada, aquela que é nociva para o organismo e aumenta o colesterol ruim, o LDL.

Peixe empanado com gergelim

Ingredientes: 1 filé de pescada, 2 colheres (sopa) de gergelim, alho e sal para temperar. Preparo: Tempere o filé com limão, alho e sal. Coloque o gergelim em um prato e empane o filé. Em uma fôrma antiaderente, coloque o peixe e leve ao forno. Deixe até que ele fique dourado. Cuidado na hora de tirar para a pescada não quebrar.

29. Meu filho só come salada em palitinho molhando no catchup ou na maionese. Posso dar também molho de salada de mercado?

 Não. Nem o molho pronto, nem o catchup e a maionese devem ser consumidos frequentemente. Além de serem produtos industrializados, todos têm muito sódio e aditivos químicos.

Molho de erva-doce

Ingredientes: 1 xícara (chá) de limão, 1/2 xícara (chá) de azeite, 1 xícara (chá) de talos e folhas de erva-doce fresca, 1/2 dente de alho, 2 colheres (sopa) de cebolinha verde picada, 2 colheres (sopa) de folhas de manjericão fresco picadas, sal a gosto.Preparo: bata no liquidificador e sirva.

30. Temos uma alimentação saudável, mas, às vezes, dá vontade de sair da rotina. Com que frequência podemos comer algo “trash”?

O ideal é uma vez por semana. Você pode ainda fazer refeições mais divertidas para mudar o dia a dia: em vez de comprar hambúrguer pronto, você pode fazer em casa com carne moída e misturar cenoura ralada no ralo bem fino ou cachorro-quente com kafta (os bolinhos compridos de carne moída à moda árabe).

31. Minha filha come bem, mas no café da manhã ela diz que não tem fome e só aceita leite. Isso é ruim?

Caso ela só tome leite, mas dentro de no máximo uma hora e meia faça o lanche da escola, por exemplo, isso não vai afetar o desenvolvimento e a nutrição dela. Para as crianças que demoram mais para comer de novo ou vão fazer atividade física, é preciso insistir. Estudos têm mostrado que o hábito de não fazer essa refeição aumenta o risco de a criança ter sobrepeso, porque, ao pular o café, ela exagera na seguinte. E ainda prejudica o desempenho escolar, uma vez que ela não consegue se concentrar.

32. Minha filha de 1 ano e 2 meses é do tipo que petisca. Às vezes me pego dando feijão de grão em grão. Ou é assim ou ela fica sem se alimentar.

 É melhor mudar esse hábito agora, porque, quando ela crescer, pode ser mais difícil. Há também as crianças que não comem na hora certa e depois os pais preferem dar a comida em qualquer momento que ela peça. Nos dois casos seu filho aprende que pode usar a hora de se alimentar para exercer e impor suas vontades, e se a comida virar moeda de troca ou chantagem, já viu… Invista na rotina como um todo, desde a hora da comida até os horários para tomar banho, brincar e dormir. Além de organizar a vida familiar, todas essas regras fazem com que a criança se sinta mais segura e calma.

4 alimentos que não podem faltar no prato (e você nem imagina por quê)

Batata-doce: além de ser fonte de energia e substituir carboidratos como as outras batatas, massas e arroz, as do tipo amarela e laranja são ricas em betacaroteno, essencial para o crescimento e desenvolvimento infantil e importante para o funcionamento do sistema imunológico. Que tal fazer um purê? Também ajuda a manter a pele, as mucosas e a visão saudáveis.

Arroz com feijão: quando consumidos juntos, a absorção das proteínas do feijão é mais eficaz. A dobradinha nacional ainda ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, pois a fibra do feijão ajuda a controlar o excesso de glicose no sangue que o consumo de arroz sozinho poderia gerar.

Cereja: é um dos únicos alimentos, ao lado da aveia, da cebola e do milho, que possui melatonina, um neurotransmissor que ajuda a regular o sono. Como a aprendizagem é fixada no cérebro durante a hora de dormir, as cerejas são boas para a memória e dão uma forcinha extra para os estudantes.

33. Ele não come abobrinha e repolho, mas adora outros vegetais. Isso é um problema?

 Se ele só não gosta de um tipo de verdura, um tipo de legume, ou um tipo de fruta, mas come outros, não há problema nenhum, é só uma preferência de paladar, que começa a aparecer por volta dos 5 anos. Fale com um nutricionista: o especialista pode dar a você uma lista de alimentos com os mesmos nutrientes e vitaminas dos que seu filho não gosta. Agora, se ele não come nenhum tipo de legume, não importa se ele goste de todas as frutas e verduras que existem no mundo. A alimentação balanceada precisa conter itens de todos os grupos, um não substitui o outro.

34. Somos vegetarianos. Meu filho pode ser também? A partir de que idade?

Os especialistas divergem um pouco sobre a questão da exclusão total de carnes e fontes de proteína animal da dieta infantil. Alguns recomendam que isso não ocorra até o final da fase de crescimento, na adolescência. As carnes são fontes importantes de ferro e de vitamina B12, essencial para a formação e renovação de células e hemácias. Quando a dieta inclui ovos e laticínios é mais fácil obter outras fontes desses nutrientes. Se a restrição a alimentos de origem animal for uma decisão na sua casa, você precisa repor a quantidade de ferro (folhas verde-escuras são ricas nesse nutriente). Consulte um pediatra e um nutricionista para ajudar a compor uma alimentação balanceada.

35. Meu filho come bem com os outros, mas comigo faz manha. Como resolver?

 Isso pode acontecer porque seu filho percebeu que a hora da comida aflige você demais e, por isso, tenta ganhar atenção. Para as outras pessoas, esse momento pode ser mais relaxado, e aí ele come. A dica é mudar os seus hábitos em casa. Procure fazer as refeições junto com ele, se possível a família toda, de uma forma que isso seja um momento gostoso. Também não force demais. Se ele não quiser comer, talvez não esteja com fome mesmo. E se for só manha, uma hora vai pedir comida e vai comer o que você oferecer.

36. A gente adora cozinhar com vinho. É prejudicial?

 Depende. Durante o cozimento, o álcool evapora, mas esse tipo de preparo não é recomendado para crianças menores de 1 ano, porque elas podem estranhar muito o sabor. Deve ser evitado caso seu filho seja diabético (o vinho é a fermentação do açúcar da fruta) por conta do controle da glicemia. No caso das portadoras de doença celíaca (intolerância ao glúten), não faça preparações que contenham cerveja, conhaque ou uísque. Outra observação: tome cuidado com a quantidade de bebida acrescida ao prato, que não precisa ser grande, e sim só para dar um sabor especial, o que se consegue com 20 ou 30 ml.

37. Ele pode comer só o caldinho do feijão?

 Não. O caldo pode até conter uma quantidade de ferro, que previne contra anemia, mas é melhor que ele coma também o grão, pois há nutrientes que não ficam no caldo, como as proteínas. Tente oferecer de maneiras diferentes, como salada de feijão, amassado com um garfo ou a sopa com os grãos batidos. O ferro contribui para a formação de glóbulos vermelhos e transporta oxigênio para as células de todo o corpo, dando a energia que seu filho precisa para brincar, crescer e se desenvolver. Quando não há ferro suficiente no organismo, a criança fica indisposta e se cansa facilmente.

38. A hora da refeição é um caos, e obrigo minha filha a comer. Isso faz mal?

Pode funcionar na hora, mas não é uma boa ideia porque ela pode criar uma relação ruim com a hora de comer. Um estudo britânico mostrou que obrigar a criança a comer tudo pode ter o efeito inverso, ou seja, despertar nela uma aversão à comida e, com isso, fazer com que coma menos. Analise o que está impedindo que ela tenha uma boa refeição. Falta de rotina, beliscar entre as refeições ou qualquer outra coisa que distraia a alimentação da criança na hora da refeição (televisão ligada, brinquedos, etc.) podem contribuir para o caos.

39. Posso colocar açúcar para ele comer frutas?

Não. A tentativa de facilitar a ingestão de um alimento adicionando açúcar é o que os especialistas chamariam de “tiro no pé”. A criança se acostuma, mas tentar reverter depois é difícil. Se você já tem esse hábito, comece a mudar colocando aos poucos menos açúcar até retirar completamente. Para que ele se acostume a comer, ofereça primeiro as frutas mais doces e sempre maduras, como banana e uva, e só depois parta para as mais ácidas, como morango. Os sucos naturais – sem açúcar – são saudáveis, mas em geral não têm as fibras presentes na fruta in natura e são mais calóricos, por precisarem de muitas unidades por copo. Quanto aos sucos de caixinha, inclusive os de soja, melhor deixá-los para um lanche fora de casa, já que os naturais, mesmo em garrafa térmica, não duram muito mais que uma hora e meia sem perder as propriedades e correm o risco de azedar. Prefira os sem adição de açúcar e com menos conservantes.

40. Meu filho adora cozinhar comigo, mas na hora de comer não tem jeito, não quer. O que faço?

 Insista, tente de novo, tenha paciência. Pergunte que tipo de comida ele quer ajudar você a fazer. Invista também na apresentação do prato. E pense que você já tem meio caminho andado, que é ele sentir prazer em estar perto dos alimentos.

Estratégias de chef 

A diretora de arte Fanae Aaron, que tinha muitas dúvidas sobre a melhor maneira de fazer com que seu filho Cody, 5 anos, adorasse comida, entrevistou 20 chefs premiados que são pais também. O resultado está no recém-lançadoWhat Chefs Feed Their Kids (Como os Chefs Alimentam Seus Filhos, em tradução livre), sem previsão para ser publicado no Brasil. Confira uma série de dicas, por idade, do livro:

6 meses a 1 ano
Coloque ervas naturais, como tomilho, além da cebola e do alho, no preparo, porque comida de criança não tem que ser sem graça.
Permita que seu filho sinta o cheiro do que você está cozinhando. Ele aprende os aromas que você mais gosta – e é um convite para ele comer.
Deixe que ele brinque com colheres e panelas; assim, vai aprender como usá-las.

1 a 2 anos e meio
Deixe seu filho provar ingredientes nada usuais, nem que seja a primeira vez que você vai comer também, como lagosta e ostra.
Quando estiver comprando, cozinhando ou servindo a comida, fale, sempre, o nome de cada ingrediente para que seu filho aprenda a identificar cada um.
Se for algo novo, diga para o seu filho “prove, se você não gostar, pode cuspir”. E cumpra sua promessa.
Permita que ele escolha o que você vai preparar, nem que seja uma vez por semana. Nessa fase, que eles se sentem mais independentes, ter essa autonomia funciona como um estímulo para comer.

2 anos e meio a 5
Leve seu filho a restaurantes que tenham um menu diferente daqueles “para crianças”. Assim, a filha de um dos chefs aprendeu a gostar de carne de cordeiro.
Dê um nome muito legal para o prato que você vai servir: “Olha o pterodáctilo com batatas mais pedido do papai”.
Envolva a história da sua família. “O seu avô adorava comer torta de amora quando tinha sua idade”.
Não coloque o que você quer que ele coma na frente dele. Aquele espaço a criança gosta de controlar. Sirva tudo no centro da mesa.

FONTES: Revista Crescer / Carolina Torres Testa, nutricionista da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo; Cláudia Lobo, nutricionista, especializada em educação infantil, autora do livro Comida de Criança – Ajude seu Filho a se Alimentar Bem Sempre (MG Editores); Cozinhar É Divertido, Ed. PubliFolha, Débora Gejer, pediatra do Hospital Sírio-Libanês (SP); Elaine Pádua, nutricionista, autora do livro O Que Tem no Prato do Seu Filho? – Um Guia Prático de Nutrição Para os Pais (Alles Trade); Fabio Ancona Lopez, pediatra nutrólogo e professor aposentado do Departamento de Pediatria e Nutrologia da Unifesp; Hellen Coelho, nutricionista, doutora em saúde pública pela USP e chefe da Divisão de Nutrição da Prefeitura de Cajamar (SP); Isa Jorge, nutricionista especializada em nutrição clínica pediátrica, da equipe das creches e pré-escolas da Coseas/USP; Larissa Cohen, nutricionista do Espaço Stella Torreão (RJ); Rita de Cássia Leite Novais, nutricionista da Consultoria Alimentar (SP); Martha Paschoa Amodio, nutricionista e fundadora da consultoria Comer e Aprender (SP); Mauro Fisberg, pediatra e nutrólogo, professor do Departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo; Tereza Cristina de Senna, nutricionista da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo; Virgínia Weffort, presidente do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria e professora da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (Uberaba-MG)

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4 mai
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Tudo sobre a cólica dos bebês

Publicado em por Lilian

Olá mamães! Ai que saudade que eu estava do blog!! Tive problemas com o servidor e, como eu não entendo muito, precisei chamar um técnico pra resolver, mas o processo de encontrar um honesto e competente demorou. Mas finalmente eu voltei e já quero compartilhar com vocês um conteúdo muito relevante: como aliviar cólicas. Vale a pena ler até o fim. Bom fim de semana para todas nós!

Por que meu filho sente dor? Como fazer para evitá-la? Será que é cólica mesmo? Saiba as respostas para essas e outras dúvidas sobre o assunto

Fazer massagem ajuda o bebê a eliminar os gases

Se o seu bebê nunca sofreu com as famosas (e temidas) cólicas, sinta-se uma mãe privilegiada. A dor abdominal atinge 75% dos bebês nos primeiros três meses de vida e vem sempre no mesmo horário, geralmente no início da tarde ou durante a noite. E traz desespero para muitos pais.

Recentemente, o assunto voltou à tona quando o remédito fitoterápico Funchicórea, usados por muitos pais ao longo de mais de 70 anos para tentar amenizar a dor nos filhos, começou a sumir das prateleiras das farmácias. Isso porque seu registro foi cancelado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) devido à falta de comprovação científica de eficácia e segurança.

É normal:

Vale lembrar que não existe um remédio específico para as cólicas do bebê, já que elas não estão associadas a nenhuma doença. São um problema fisiológico, comum em recém-nascidos, que têm um sistema digestivo ainda imaturo, em desenvolvimento. Agora que você já sabe que é normal, procure ficar calma (OK, a gente sabe que é difícil). Isso porque a sua ansiedade pode deixar o seu bebê agitado, o que só vai piorar a situação.

Será que é cólica?

Veja alguns sinais básicos para identificar o problema:

- O bebê chora sem parar

- Você já o alimentou, trocou a fralda, verificou se não era frio ou calor, e mesmo assim seu filho continua chorando

- Ele se contorce e flexiona as perninhas em direção ao abdome

- A barriga fica endurecida

- Ele solta gases

- O rosto fica avermelhado

- As mãos ficam com os punhos fechados

- A expressão do rosto é de dor e sofrimento

Até quando elas vão aparecer?

Esse mal-estar dura em média três meses, o tempo que o organismo do bebê leva para amadurecer o mecanismo da digestão. Isso porque aos 3 meses o bebê completa um ciclo de 12 meses desde a fecundação, ou seja, 1 ano de vida, se contarmos a vida intra-uterina. É nessa fase que ele deixa de ser um recém-nascido. É por isso que no quarto mês, cérebro e intestinos já se entendem melhor e as cólicas deixam de ocorrer. Foque nisso!

Como evitar as cólicas?

Mantenha a calma - Tente não se desesperar. Passe tranquilidade para o seu bebê, assim ele vai se sentir seguro e protegido em seu colo.

Cocô em dia - O intestino preso é uma das causas das cólicas. Observe se o seu filho está com dificuldade de evacuar e, se constatar que sim, peça orientações ao pediatra.

Sem engolir ar - Quando estiver amamentando, tente evitar que o bebê engula muito ar. As bolhas que se formam, quando chegam ao intestino, contribuem para o aparecimento das cólicas. Veja também se ele está mamando corretamente. Se ele não faz barulho e não aparecem covinhas no canto da boca, ele está “chupetando”, ou seja, brincando com o mamilo como se fosse uma chupeta, sem mamar de verdade. Nesse caso, ele está engolindo ar ao invés de leite.

Posições para amamentar

Elas são fundamentais para evitar que seu filho engula ar enquanto mama. Assista aqui um vídeo com o passo a passo.

Padrão – A mãe fica com a barriga colada à barriga do bebê e com a mão encaixada no bumbum dele. A cabeça da criança deve ficar deitada no meio do braço da mãe e as narinas devem estar sempre livres para que ela possa respirar bem enquanto mama.

Invertida – A mãe encaixa o filho como se ele estivesse transversal embaixo do braço, com as pernas para trás do corpo da mãe. Com a outra mão livre, ela controla a cabecinha do bebê. Esse tipo é ideal para quando a mãe está com o mamilo machucado. Também vale se o bebê acostumou-se apenas com um dos seios.

Bebê sentado – A criança fica sentada de frente para a mãe. Amamentando assim, os mamilos feridos também são poupados.

Como aliviar as cólicas?

Além da tranquilidade dos pais, colo, massagem e carinho são fundamentais para acalmar o bebê na hora do choro.

- Deite-o de bruços e embale-o nos braços.

- Coloque a barriguinha dele em contato com o seu abdome: calor e aconchego ao mesmo tempo são imbatíveis!

- Aquecer o local traz conforto. Esquente um pano a ferro ou opte por uma bolsa de água quente. Tome cuidado para não esquentar demais e nunca encoste a superfície quente direto na pele da criança. Envolva-a em um pano. Em lojas de artigos para bebês há bolsas térmicas de gel.

- Fique com o seu filho em um ambiente aconchegante, à meia luz e, se puder, coloque uma música relaxante.

- Apesar de o peito acalmar a criança, evite amamentá-la, pois a sucção estimula as contrações intestinais, o que agrava as dores.

- Massagens na barriga ajudam a soltar os gases. Passe a mão com um pouquinho de óleo de bétula ou de amêndoa, em movimento circulares. Isso aquece o local e acalma o bebê.

- Exercícios com as pernas também contribuem para diminuir as dores e soltar gases. Deite o bebê de costas e flexione as suas perninhas sobre o adbome.

- Caso as cólicas continuem intensas, consulte o pediatra.

(Fonte: Crescer)

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8 abr
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Grandes mudanças nos últimos 18 anos

Publicado em por Lilian

Olá mamães! Como passaram a Páscoa? A minha foi deliciosa! Amo essa data.

Separei essa reportagem há algum tempo já e hoje, passeando pelos meus arquivos aqui, a encontrei e achei que valia muito a pena compartilhar com vocês. As curiosidades e mudanças são bem interessantes. Espero que gostem.

Desde de 1993, muitas descobertas e novidades aconteceram no universo de quem tem filhos. Confira, a seguir, 18 delas

Heather LaVelle/shutterstock

1. DORMIR DE BARRIGA PARA CIMA

Não há dúvidas de que esta é a posição mais segura para o sono do seu filho, uma vez que pode reduzir em até 70% o risco de morte súbita (quando a criança com até 1 ano, por motivo desconhecido, morre de forma inesperada durante o sono). Desde 1992, a Academia Americana de Pediatria faz essa recomendação. O Brasil foi um dos últimos países a oficializá-la – antes, dizia-se para colocar a criança para dormir de bruços e, depois, de lado. A Sociedade Brasileira de Pediatria adotou essa orientação em 2009, mesmo ano em que a Pastoral da Criança iniciou uma campanha para conscientizar os pais sobre a importância de o bebê dormir de barriga para cima. E não precisa ficar com receio do seu filho engasgar se regurgitar durante o sono, porque a quantidade de líquido é pequena e escorre pelos lados da boca.

2. LICENÇA-MATERNIDADE AMPLIADA

Tudo o que você quer é ficar mais tempo com seu bebê, certo? Desde 2008 algumas mães conquistaram o direito de ter a licença-maternidade estendida de seis meses, realidade para as funcionárias públicas de 23 estados e 148 municípios além do Distrito Federal, servidoras públicas federais e para mulheres que trabalham em companhias que aderiram ao programa Empresa Cidadã (uma vez que a concessão do benefício é opcional para as empresas privadas), criado em 2010. Existem outros projetos de lei que pedem a extensão desse benefício para todas as trabalhadoras. “Os seis primeiros meses são insubstituíveis para o crescimento e para o desenvolvimento do bebê, para o fortalecimento do vínculo afetivo entre mãe e filho e para o aleitamento materno exclusivo”, afirma Eduardo Vaz, atual presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria. Já o pai tem, desde 1988, direito a apenas cinco dias de licença. Há pelo menos dez projetos de lei tramitando no Congresso que pedem a ampliação desse período para até 30 dias.

3. NOVAS TECNOLOGIAS

Há alguns anos, se você fosse viajar e quisesse falar com seu filho, teria de esperar que ele estivesse dentro de casa para atender ao telefone. Hoje, você pode conversar com ele pelo celular ou pelo computador, e ainda vê-lo em tempo real por meio de uma webcam de qualquer lugar do mundo. E não para por aí. Você produz quantas imagens quiser com as câmeras digitais, pode compartilhar em redes sociais, blogs etc. Sem falar dos tablets, como o iPad – e tudo isso está ao alcance do seu filho também. “Hoje nossos filhos podem escolher uma diversidade muito grande de atrativos e brincam com a tecnologia produzindo informação de uma forma que nós nunca ousamos quando éramos crianças”, diz Saulo Ribas, diretor do Mundo do Sítio, site de relacionamento para crianças, da Editora Globo, que traz também jogos e atividades com a turma do Sítio do Picapau Amarelo (mundodositio.com.br)

4. CADEIRINHA OBRIGATÓRIA

Você não deveria encontrar mais nenhuma criança solta no banco de trás do carro. Há pouco mais de um ano, o uso da cadeirinha passou a ser obrigatório em todo o país. Quem transportar crianças com menos de 7 anos e meio sem o dispositivo de segurança é multado. O motorista que infrigir a lei, considerada uma infração gravíssima, leva sete pontos na carteira de habilitação e uma multa no valor de R$ 191,54. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a utilização correta da cadeirinha pode reduzir em até 70% a possibilidade de morte em caso de acidente.

5. ENSINO FUNDAMENTAL AMPLIADO

Desde 2006, o Ensino Fundamental passou a ter um ano a mais, totalizando nove. A grande repercussão aconteceu em relação à mudança da idade de ingresso da escola: hoje a matrícula pode ser feita aos 6 anos, mesmo que completados até o dia 31 de março do ano letivo, ou aos 5, caso o aluno já tenha cursado pelo menos dois anos da educação infantil. A discussão que permanece até hoje é como essa inclusão deve ser feita. Os especialistas afirmam que o primeiro ano deve manter características do antigo pré e, se possível, que as aulas aconteçam nesse mesmo ambiente.

6. DIREITOS DOS PAIS SEPARADOS

Duas importantes leis foram criadas para garantir a boa comunicação entre os pais que não moram mais juntos. A primeira é a da guarda compartilhada, que, desde 2008, tornou realidade o que já era prática para muitas famílias: todas as decisões sobre o filho vão ser tomadas por pai e mãe, juntos. A outra lei que merece destaque é a da alienação parental, que tem um nome estranho, mas é fácil de entender: dificultar o contato com um dos pais, reclamar do “ex” na frente do filho, mudar de endereço sem avisar. Desde 2010, situações como essas podem levar à punição quem praticá-la, que varia desde aplicação de multa diária em dinheiro definida pelo juiz até resultar na perda de guarda.

7. DESCOBERTA DO SEXO DO BEBÊ

A ciência arrumou um jeito de acabar com a curiosidade dos pais sobre o sexo do bebê mais cedo! Desde 2003 é possível saber se vai ser menino ou menina, a partir da oitava semana de gestação, com um simples exame de sangue (chamado sexagem fetal) – antes, você precisava esperar para fazer um ultrassom por volta da 12ª semana. Funciona assim: a detecção do cromossomo Y indica que o feto é masculino e a ausência do mesmo, que é feminino.

8. CORDÃO SALVA-VIDAS

Uma importante descoberta da última década revelou que o sangue do cordão umbilical é fonte rica de células-tronco (células que produzem todos os outros tipos de células do sangue) e que ele poderia ser utilizado no tratamento de doenças graves, como leucemia e linfoma. Daí a importância da criação de bancos públicos de sangue de cordão, que realizam a coleta em algumas maternidades credenciadas do país – no Brasil, essa rede, a Brasilcord, foi criada em 2004. A ideia é garantir diversidade, uma vez que a população tem perfil genético diferente. Há ainda a opção de congelar em um banco privado, mas você pode tratar poucas doenças com esse material e, se a pessoa tiver alguns desses problemas, não se recomenda usar seu próprio sangue, uma vez que ela pode ter predisposição para a doença.

9. MAIS VACINAS

Os últimos dez anos foram marcados por avanços nas pesquisas que resultaram em uma maior oferta de vacinas disponíveis. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 1983, o calendário nacional de imunização infantil tinha sete tipos de vacinas inclusas. Hoje, são 11 – no último ano, entraram as contra pneumococo, meningite e gripe –, fora as disponíveis apenas na rede privada, entre elas contra a catapora. O calendário brasileiro é um dos mais completos do mundo.

10. COMPANHIA NO PARTO

Os médicos não se cansam de falar desse benefício para a gestante antes, durante e depois do trabalho de parto: com alguém ao seu lado, ela se sente mais acolhida e segura, o que faz com que colabore melhor com a equipe médica, e, para o pai, é uma oportunidade de criar laços emocionais e curtir o bebê desde o primeiro minuto de vida. Mas só em abril de 2005 as grávidas brasileiras passaram a ter esse direito legalmente nas maternidades do Sistema Único de Saúde (SUS).

11. NÃO À PUBLICIDADE INFANTIL

Qual é o limite das propagandas que seu filho vê entre um desenho e outro? Nos últimos anos, essa discussão ganhou destaque. É consenso que crianças com menos de 12 anos não têm capacidade crítica e, portanto, estão mais vulneráveis às mensagens publicitárias. “A propaganda de produtos voltados para essa faixa etária deve ser direcionada aos pais”, afirma Laís Fontenelle Pereira, psicóloga, coordenadora de Educação do Projeto Criança e Consumo do Instituto Alana. Para você ter uma ideia, há mais de 100 projetos de lei (mesmo!) tramitando em diferentes instâncias do governo para tentar regulamentar a publicidade infantil, mas ainda não existe uma lei brasileira específica para isso. Não avançou nem mesmo um termo de compromisso assinado em 2007 por diversas empresas de alimentos e bebidas, que se comprometeram a não anunciar para crianças esses produtos.

12. REPRODUÇÃO ASSISTIDA

O avanço mais recente, e também um dos mais comemorados, é o diagnóstico genético pré-implantacional, que consegue triar grande parte dos problemas genéticos ligados ao cromossomo do embrião. Ou seja: se na sua família existem casos de alguma doença genética, você pode optar por fazer a avaliação dos embriões. Os que carregarem essa alteração, são descartados, e os mais saudáveis, são selecionados. Essa técnica está disponível no Brasil há pouco mais de um ano. Outro avanço foi a resolução do Conselho Federal de Medicina que, em 2010, limitou o número de embriões a serem transferidos para o útero nas técnicas de reprodução assistida (no caso de mulheres com até 35 anos, por exemplo, são liberados dois) na tentativa de reduzir o número de gestações múltiplas, que oferecem riscos para mãe e bebê, como aborto e parto prematuro.

13. ALEITAMENTO MATERNO

A recomendação da amamentação exclusiva por seis meses não é nova. No entanto, aumentou a publicação de estudos sobre os benefícios. Para você ter uma ideia, dos 361 artigos científicos sobre estudos relacionados a aleitamento materno que constam na SciELO (biblioteca eletrônica virtual de periódicos científicos brasileiros e latino-americanos), 54% foram publicados nos últimos cinco anos. Os mais recentes mostram que há redução de infecções intestinais em curto prazo, prevenção de obesidade na vida adulta, aumento do QI e menores níveis de pressão arterial e de colesterol.

14. PAPINHA INCREMENTADA

Se antes eram evitados certos alimentos no primeiro ano, como ovos e peixes, por exemplo, com medo de que a criança desenvolvesse alguma alergia, desde 2008 Brasil, Estados Unidos e Europa recomendam introduzir alimentos, sem restrições, a partir do sexto mês, para evitar alergias mais tarde. A mudança, através dos órgãos de saúde desses países, chegou também na maneira de preparar a papa: há 15 anos pedem para não batê-la no liquidificador, uma vez que nutrientes e fibras são perdidos. O ideal é que a papa seja amassada com o garfo. Com o passar do tempo e do desenvolvimento da criança, os pedaços vão ficando maiores.

15. MAMADEIRAS SEM BISFENOL

A Você já deve ter ouvido falar dessa substância, presente em produtos feitos de policarbonato (um plástico rígido e transparente) e nociva para o nosso organismo – ela é suspeita de causar problemas como câncer, abortos e infertilidade. União Europeia, Canadá, China, Malásia, Costa Rica e 11 estados americanos, já tinham banido o bisfenol A, e agora chegou a vez do Brasil, que proibiu a produção e comercialização apenas de mamadeiras com essa substância. Um dos motivos é que o aquecimento da mamadeira leva a um maior desprendimento do bisfenol, que entra em contato com líquidos e alimentos, prejudicando a saúde da criança.

16. AGILIDADE NA ADOÇÃO

Ficou mais fácil adotar desde 2009, quando foi reformulada a Lei da Adoção brasileira. A partir dela, foi criado o Cadastro Nacional de Adoção, que reúne os dados das pessoas que querem adotar e das crianças e adolescentes aptos. Esse sistema reduz o tempo de espera, uma vez que um casal do Rio de Janeiro, por exemplo, pode adotar uma criança de Recife sem precisar se cadastrar na Vara da Infância e Juventude daquela cidade.

17. FAMÍLIAS GAYS

Uma propaganda recente na TV, que mostra uma criança dizendo ao pai que na classe dele um colega tem dois pais, e que por isso outra criança deve ter duas mães, revela as discussões que estão acontecendo. Para a criança, tudo é natural, mas isso vai depender também de como você encara essa questão. O primeiro caso de adoção por homossexuais no Brasil aconteceu em 2006 e abriu precedentes para tantas outras novas famílias se formarem, oficialmente. A adoção por casais homossexuais também deve ficar mais fácil pela decisão do Supremo Tribunal Federal, que reconheceu, em maio, a união estável entre casais do mesmo sexo.

18. MAIS CULTURA E DIVERSÃO

Nunca se produziu tanto para as crianças. Em 2010, o segmento infantojuvenil colocou no mercado editorial mais de 60 milhões de exemplares, o equivalente a 15% da produção nacional, ficando atrás apenas dos didáticos e religiosos. Há 16 anos, as editoras publicavam em torno de 600 a 850 títulos infantis em bons períodos. Também em 2010, músicos que até então falavam para o público adulto começaram a gravar discos infantis, como Adriana Calcanhoto, a dupla Arnaldo Antunes e Edgard Scandurra e o grupo Pato Fu. Dos poucos canais com programação infantil, passamos a uma programação exclusiva com 24 horas para crianças.

Fontes: Abner Lobão Neto, ginecologista e obstetra, da Unifesp; Alessandra Françoia, coordenadora nacional da ONG Criança Segura; Artur Dzik, presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana; Beth Carmona, presidente do Midiativa; Carlos Luiz Gonçalves, consultor educacional; Eduardo Vaz, presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria; Fabiola Suano, pediatra e nutrolóloga, membro do Departamento de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria; Laís Fontenelle Pereira, coordenadora de Educação do Projeto Criança e Consumo do Instituto Alana; Luís Fernando Bouzas, coordenador da Rede Brasileira de Bancos Públicos de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário; Regina Beatriz Tavares da Silva, advogada e presidente da Comissão de Direito da Família do Instituto dos Advogados de São Paulo; Saulo Ribas, diretor dO Mundo do Sítio, rede de relacionamento para crianças, da Editora Globo; Sonia Corina Hess, engenheira química, coordenadora do curso de Engenharia Ambiental da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul.

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3 abr
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Brincadeiras para alegrar a Páscoa das crianças

Publicado em por Lilian

Olá mamães! Tudo bem? Estão ansiosas para o feriado de Páscoa? Eu estou!

Como sexta-feira é feriado, presumo que a grande maioria de vocês não vai trabalhar, por isso resolvi fazer esse post com dicas de brincadeiras para o fim de semana. Acho muito importante ensinar as crianças porque é páscoa e qual o significado dos ovos. Se você tem dúvidas, uma rápida pesquisa no Google pode te ajudar a solucionar o problema. Li várias reportagens e gostei mais dessa, espero que gostem também.

Domingo que vem é Páscoa e para quem tem criança em casa, nada melhor do que aproveitar a data para se divertir com os pequenos, certo? Por isso, separei algumas brincadeiras para serem feitas com o objetivo de fazer da data mais do que uma simples troca de ovos de chocolate.

A brincadeira mais tradicional não pode ser esquecida, é a procura dos ovos. Mas não tem graça simplesmente esconder, o legal é decorar a casa para a brincadeira.

Coloque no chão pegadas do coelho que podem ser feitas de papel ou até de talco para parecer mais real. É possível também fazer cenouras, por exemplo de cartolina colorida e espalhar pela casa. Use também coelhinhos de pelúcia ou papel. Imagina a alegria da criançada ao acordar no domingo e ver todo o cenário montado?

E para quem está mesmo disposto a brincar com a criançada, dá para começar a decorar com elas. Para estimular a fantasia, uma boa dica é preparar com as crianças, na véspera do domingo, armadilhas para o coelho. Espalhe cenouras de verdade, por exemplo, em alguns lugares da casa ao lado de potes com farinha ou talco, para que ele possa “ser pego”. Depois que a criançada estiver na cama, morda (ou simule mordidas) as cenouras e faça as marcas para caracterizar a visita de um coelho durante a noite.

Se você tem várias crianças na família, é possível fazer brincadeiras mais elaboradas, ou então, se as crianças são poucas vale colocar os adultos para participar. Por exemplo, coloque pequenos ovos de chocolate dentro de algumas cestas e faça equipes de crianças. Quem contar os ovos mais rapidamente ganha o prêmio que deve ter a ver com a data.

Algumas brincadeiras podem ganhar versões para a Páscoa. Por exemplo “o rabo do coelho”. Desenhe em uma cartolina um coelho gigante e fixe na parede. Desenhe depois, separadamente, o rabo do coelho e coloque uma fita adesiva na ponta. Um participante vendado deve colocar o rabo no lugar certo, tudo isso com todo mundo dado palpites e brincando.

Já a brincadeira “Pulo de Coelho” exige bastante espaço. Faça uma marca com giz no chão e separe a turma em equipes. Depois do “já”, todos terão que saltar, como um coelhinho, até a marca de chegada. O representante da equipe que chegar primeiro, vencerá.

Outra boa ideia é incentivar as atividades manuais. Imprima um coelho da Páscoa em preto e branco (de preferência só o contorno) para ser colorido do jeito que o artista quiser, com tinta, lápis de cor, giz de cera…

Clique na imagem para ampliar. Você pode salvar e imprimir esse desenho para seu filho colorir!

Em vários países do mundo e em algumas cidades do Brasil, pintar ovos de galinha e oferecê-los como presente é tradição na Semana Santa. A parte líquida é retirada a partir de um furo embaixo do ovo, ficando só a casca. Oval e branca, a tela pode ser decorada de várias formas e o interior dela, recheado com chocolate, amendoins ou confetes. Esse é um momento oportuno para contar à criançada a razão de os ovos serem símbolo da Páscoa.

Antes de qualquer uma dessas brincadeiras, vale também caracterizar os pequenos. Pinte a criançada como coelhos, de nariz vermelho e “bigodes” nas bochechas, pode ser feito até com maquiagem. Faça também orelhas de cartolina e prenda em tiaras. Eles vão amar!

Fonte: Vila Filhos

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